Descubra a importância do UX design e o que faz um profissional da área
Apesar de estar em quase tudo no universo digital, nem todo mundo sabe o que é UX Design. UX significa User Experience (experiência do usuário, em português) e é um trabalho totalmente voltado para que o usuário tenha uma boa experiência em sites, e-commerces, portais de notícias, aplicativos, canais de streaming, plataformas de ensino, games, totens informativos e até ambientes físicos como shopping centers e supermercados.
O UX engloba decisões de planejamento, pesquisa e testes, trata de como a pessoa realiza tarefas e cria uma experiência positiva, atuando junto com UI – User Interface (interface de usuário, em português). “UI é a organização visual de tudo que a gente vê numa tela, seja um aplicativo ou site, um software ou um totem de autoatendimento do McDonald’s”, explica Rodrigo Castanho, Coordenador do curso Design UX/UI da Panamericana Escola de Artes e Design, agora membro do Grupo ESPM.
O que é UX design
O profissional de UX design mira em como uma pessoa navega por um site, aplicativo ou outro ambiente, e atua para que toda a sua experiência seja fluida e sem complicações. Num e-commerce, por exemplo, um UX bem feito leva à compra, que é o objetivo final da empresa que oferta um produto. Já o UI garante uma interface amigável, intuitiva e objetiva. Portanto, UX e UI são complementares.
Um projeto começa pelo planejamento e pela pesquisa de concorrência e público. Depois faz-se um protótipo que é testado com um grupo de usuários pelo UX Researcher. “Ele pega um protótipo, escolhe um grupo de pessoas e conversa com elas para saber como é a sua avaliação do site”, diz o coordenador.
Esses procedimentos servem para validar hipóteses e ajustar o produto com base no uso real. O passo seguinte é a produção dos protótipos de baixa e alta fidelidade, sendo que estes últimos se aproximam do produto final e servem de transição entre UX e UI.
UX faz ajustes constantes
Há profissionais que, no dia a dia, observam e analisam como os usuários navegam. Segundo Castanho, existem ferramentas e métodos concretos para isso: “Consigo mapear a navegação do usuário para saber em quais páginas ele esteve no meu site, qual foi o site que visitou antes do meu, e qual visitou depois”.
Também é possível saber em quais botões o usuário clicou, em quais o mouse ficou parado sem ser acionado, além de quanto tempo a pessoa ficou em cada página, entre outros fatores. Esses dados orientam mudanças pontuais, como trocar a cor ou o texto de um botão.
Como é o mercado
No mundo digital há oportunidades em diversas frentes: times de produto, agências, plataformas e projetos que envolvem interfaces físicas. “Qualquer tipo de interface interativa entre uma pessoa e um sistema precisa de um designer”, afirma o professor.
Empresas pequenas atuam de acordo com seu orçamento, enquanto nas grandes o trabalho é constante e altamente segmentado, chegando a ter equipes dedicadas a elementos muito específicos, como um único botão do site.
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